Tu não morreste, mas sinto a tua falta como se não houvesse maneira de sentir o teu toque novamente, de ouvir a tua voz, ouvir o som da tua gargalhada, de me refugiar nos teus braços e libertar tudo o que tiver preso em mim, pois sei que nesse momento estou protegida. Nesse momento somos só nós, nós e o nosso amor.
Amor esse que, assim como muitos outros, não foi suficiente para te manter na minha vida. Talvez a responsável tenha sido a falta de maturidade, da tua parte, por não saberes fazer o melhor para ti, e da minha, por não saber rejeitar o pior para mim.
Sei que não foi por falta de luta que tudo se foi. Eu falei, abri-me e conversei sobre tudo contigo. O que estava bem, eu tentei manter. O que estava mal, eu tentei mudar. Toda a dor que estava a sentir, eu tentei aguentar para não desistir, mas que desistência seria essa se não um instinto de sobrevivência?.
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